Flamboyant Agropecuária: Com novas aquisições, criatório centenário lidera movimento estratégico na trajetória genética do Nelore Mocho
Exemplares
vindos dos plantéis da MAAB e da Naviraí reforçam o compromisso da Flamboyant
Agropecuária com a excelência genética da raça e posicionam o criatório entre
os protagonistas mundiais da seleção Nelore Mocho
A história de
uma genética premiada passa por investimentos muitas vezes intangíveis. É testada nas pistas, mas se comprova,
principalmente, por sua capacidade de integrar inovação e legado, entregando o
que o mercado valoriza. Com um trabalho iniciado em 1907, a Flamboyant Agropecuária, que traz em
sua trajetória o feito de ser o primeiro criador de Nelore Mocho do Brasil, rapidamente entendeu esta dinâmica e segue
mostrando porque está entre os principais protagonistas da raça na América
Latina.
A marca acaba
de anunciar o fortalecimento de seu plantel com a vinda de exemplares Naviraí e MAAB, numa clara sinalização de visão a longo prazo, foco no
fortalecimento da competitividade da carne bovina nacional e na evolução do
Nelore Mocho. O compromisso é preservar linhagens históricas, ampliando sua
capacidade de multiplicar uma genética premiada, diante da crescente demanda
mundial por carne bovina de qualidade. A estratégia mira a velocidade do
progresso genético para se manter na vanguarda, oferecendo características
fundamentais para criadores de alta performance e uma pecuária cada vez mais eficiente
e sustentável.
O valor
genético concentra o trabalho de três das mais influentes histórias da raça sob
uma única marca. O cenário também amplia a responsabilidade da Flamboyant
Agropecuária como guardiã de um patrimônio genético centenário e reafirma sua
vocação de se tornar a principal referência mundial do Nelore Mocho. Em um país
onde cerca de 80% do rebanho de corte possui genética Nelore, segundo
estimativas da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e da ABCZ, o
movimento representa um dos mais importantes da pecuária brasileira na última
década.
A trajetória da
Flamboyant Agropecuária teve início em 1907, quando José Gomes Louza,
fazendeiro em Leopoldo de Bulhões, comprou em Araguari (MG), seis touros
zebuínos importados da Índia. Hoje, a quinta geração da família Louza, que
administra o plantel, passa a reunir em um mesmo criatório, o legado genético
de três famílias decisivas na trajetória de sucesso do Nelore Mocho brasileiro,
envolvendo décadas de seleção, conhecimento e melhoramento genético ao longo de
gerações.
“Mais do que
uma negociação de alto valor zootécnico, a operação representa a convergência
de três dos mais tradicionais programas de seleção da raça, reunindo mais de um
século de conhecimento, critérios de acasalamento e melhoramento genético
desenvolvidos por famílias que ajudaram a construir a história do Nelore Mocho
no Brasil. Existe uma genealogia invisível por trás de cada animal campeão que
entra numa pista de julgamento no Brasil. Ela não aparece nos catálogos de
leilão, mas está lá e representa conhecimento e investimentos intangíveis que
passaram de geração a geração”, lembra a CEO do Flamboyant, Emmanuele Louza,
primogênita da família atualmente à frente do plantel.
A relevância da
operação ultrapassa os limites das pistas de julgamento. Na prática, o
criatório que hoje está presente nos estados de Goiás, Mato Grosso e Pará
concentra um patrimônio genético formado por animais reconhecidos pela
fertilidade, habilidade materna, produtividade, desempenho a pasto, precocidade
e consistência genética. Na pecuária moderna, a integração de exemplares com
este potencial, tem a missão de acelerar o progresso de plantéis. As aquisições
permitem ampliar a oferta de reprodutores superiores, fortalecer a produção de
sêmen, embriões e matrizes de elite, além de potencializar ganhos de
produtividade em milhares de propriedades brasileiras.
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